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CONVIDADES

MARCHA DO ORGULHO TRANS DE SÃO PAULO

Angelica [EUA]
Ross (ELA/SHE/ELLA)

Angélica Ross é uma mulher transgênero que é desenvolvedora web e programadora autodidata, defensora do direitos trans e atriz nos programas de TV  American Horror Story, e da serie Pose onde representou Candy Ferocity, a serie que fez história na televisão, apresentando o maior elenco de pessoas atuantes transgêneros na história da TV. Ross também é uma empreendedora, fundou a TransTech Social Enterprises para educar, empregar e capacitar a comunidade trans através do uso da tecnologia.

Dominique [EUA]
Jackson (ELA/SHE/ELLA)

Dominique Jackson é atriz, modelo, produtora e ativista transgênero norte-americana, nascida em Trinidad e Tobago. Em seus primeiros anos nos Estados Unidos, Jackson experimentou a falta de moradia e se voltou para o trabalho sexual para sobreviver. Sua vivência reflete a realidade de pessoas trans em todo o mundo, um lugar de marginação e falta de acesso. Foi apenas em 1993, enquanto morava em Baltimore, Maryland, que Jackson foi apresentada à cena Ballroom. Ela então morou em várias Houses, incluindo as lendárias Revlon e Allure, antes de se estabelecer na House of Sinclair na cidade de Nova York. Reconhecida internacionalmente pela sua personagem Elektra Abundance-Evangelista, com atuação magnífica, na série Pose da FX. Como modelo ela apareceu na Vogue Espanha e em 2013 escreveu sua autobiografia intitulada “The Transsexual from Tobago”.

MAJUR
(ELA/SHE/ELLA ou ILE/THEY/ELLE)

Artista não binária, apontada como a nova geração da cena musical brasileira, a baiana Majur traz uma diversidade presente no seu trabalho, em uma crescente carreira. Seu contato com a música acontece desde os seus cinco anos de idade e hoje suas canções reforçam sua identidade plural, enquanto ela canta o amor com o suingue do afro-pop celebrando os encontros. É o caso de “Ojunifé”, seu primeiro disco de estúdio, lançado em 12 de maio de 2021. Com um título que, em iorubá, significa “olhos do amor”, Majur celebra, em versos sinceros, a sua individualidade. E ainda chama o ouvinte a se olhar com os olhos do amor também. São 10 faixas, com produção musical de Ubunto e Dadi Carvalho, direção musical da própria Majur e participação de Liniker e Luedji Luna. Revelada ao mundo pelos olhos de Caetano Veloso, a artista foi destaque em convites para shows, como quando cantou com ele no programa “Música Boa”, do Multishow, se apresentou nos trios de Daniela Mercury, no carnaval de Salvador e participou do show do rapper Emicida, no Rock in Rio 2019. Majur também foi uma das atrações do badalado Baile da Vogue de 2019, e no mesmo ano, se tornou a primeira brasileira a ter uma foto sua postada nas redes sociais da grife italiana Gucci.

ERIKA
Hilton (ELA/SHE/ELLA)

Erika Hilton é a primeira mulher negra e tranvestigênere a ocupar uma cadeira no legislativo municipal paulistano, sendo a mulher mais bem votada do Psol nas eleições de 2020, com mais de 50 mil votos. Na câmara municipal, ela é presidenta da Comissão de Direitos Humanos e também da CPI da violência contra pessoas trans. Ativista pelas causas LGBTQIA+, antirracista e feminista, em 2021 entrou para a lista das 100 pessoas afrodescendentes mais influentes do mundo, sendo a única política brasileira na lista deste ano. Foi eleita como uma das 20 líderes da nova geração pela revista TIME e uma das cinco ativistas premiadas pela luta na defesa da comunidade LGBTQIA+ pelo MTV European Music Awards.

NICK
Cruz (ELE/HE/ÉL)

Natural do Espírito Santo, Nick Cruz, de 23 anos, é um dos novos nomes do pop brasileiro. Com canções saborosas, divertidas e letras leves e simples, mas que dialogam diretamente com o público jovem, o cantor vem conquistando seu espaço e, mais do que isso, representando muito bem a comunidade trans.

PRI
Bertucci (ELE/HE/ÉL ou ILE/THEY/ELLE)

Artista social, educadorie e pesquisadorie da área de diversidade há pelo menos 2 décadas, identifica-se como pessoa não branca, trans não binária/gender queer. É CEO da [DIVERSITY BBOX] consultoria especializada em diversidade e equidade; é o fundador do Instituto [SSEX BBOX], projeto pioneiro no tema de justiça social que atua em San Francisco, São Paulo, Berlim e Barcelona desde 2011. Cocriador do um da linguagem neutra e do primeiro pronome de gênero neutro na língua portuguesa ILE/DILE e um maiores  precursores da sigla LGBTQIA+ no Brasil desde 2013. Idealizadorie e produtorie executivo da Marcha do Orgulho Trans de São Paulo, primeira Trans Pride do Brasil. Usa suas habilidades criativas de arte multimídia, abordagem somática e Comunicação Não Violenta (CNV) para trabalhar com pessoas e organizações em suas comunidades, trazer novas maneiras de pensar e ser, e de propor desafios sociais ao mundo.

ERICA
Malunguinho (ELA/SHE/ELLA)

Deputada Erica Malunguinho – é educadora e agitadora cultural. Mestra em Estética e História da Arte. Tornou-se a primeira deputada estadual trans eleita no Brasil, em 2018, com mais de 55 mil votos no estado de São Paulo pelo PSOL. É titular da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais da Assembleia Legislativa do estado. Nascida no Estado de Pernambuco, vive em São Paulo há 17 anos. Antes de entrar na política institucional, trabalhou na educação de crianças e adolescentes, com ampla atuação na formação de professores. Erica é conhecida por ter parido, na região central da cidade de São Paulo, um quilombo urbano de nome Aparelha Luzia, território de circulação de artes, culturas e políticas pretas, visível também como instalação estético-política, zona de afetividade e bioma das inteligências negras.

Kalki [ÍNDIA]
Subramaniam (ELA/SHE/ELLA)

Kalki Subramaniam é uma celebrada ativista trans indiana, empresária, artista, poeta, atriz e palestrante inspiradora. Ela foi uma das ativistas proeminentes que fizeram pressão política pelo reconhecimento de direitos legais para pessoas trans e foi uma das ativistas responsáveis ​​pelo marco da vitória em 2014, quando a Suprema Corte da Índia finalmente reconheceu os direitos civis da comunidade transgênero no país. Kalki já recebeu vários prêmios por sua contribuição para os direitos de pessoas trans na Índia. Kalki é conhecida por suas vibrantes pinturas de retratos e obras de arte pop. Suas obras são encontradas em Índia, EUA, Canadá, Holanda, Áustria e Alemanha. Em fevereiro de 2017, Kalki Subramaniam foi convidada pela Universidade de Harvard para falar no India Conference onde foi aplaudida de pé por seu discurso. Kalki também é a fundadora da Fundação Sahodari, uma organização que trabalha para a população transgênero indiana por meio de seus projetos de arte poderosos e inovadores. Sendo uma defensora dos direitos de pessoas trans na Índia, Kalki é conhecida por seu ativismo implacável. Em 2021, ela lançou seu livro ‘We Are Not The Others’, o livro recebeu ótimas críticas. Os poemas de seu livro foram prescritos em muitas faculdades e universidades na Índia.

CIDÃO
Furacão [Drag King Queer] (ELE/HE/ÉL)

Cidão Furacão é o Drag King Queer  que surge pela busca pessoal de Van Marcelino ao questionar as masculinidades tóxicas junto as  relações de poderes que nos acercam e habitam de várias formas dentro do cis-heteropatriarcado (homem branco e cisgênero). Nascido pelo desejo de cura e libertação, encontra nas expressões da arte drag king queer novas possibilidades de ser e existir, e expõe como nunca antes essa tal masculinidade frágil. Adora mexer a pélvis até ralar a capota e costuma bater bolo em tempo integral. Foi observando o movimento drag king que acabou idealizando o festival “Mostra Internacional Drag King Queer”,  o projeto conta com a parceria do [SSEX BBOX]. É nóis kings!

FRESH
“Lev” White (ELE/HE/ELLE)

Fresh “Lev” White é um é um homem Trans  ativista amoroso e compassivo. Facilitador da [DIVERSITY BBOX] consultoria com base na Califórnia, ele oferece treinamentos de mindfulness, coaching, mediação e diversidade como ferramentas para que indivíduos possam mudar suas vidas de uma forma mais autêntica, consciente e apaixonada, de existir. Como coach certificado e instrutor profissional, Lev ofereceu mais de 200 treinamentos de diversidade na área da baía de São Francisco e arredores. Ele obteve suas certificações de coaching e liderança por meio do Co-Active Training Institute. Lev está atentamente lecionando no Centro de Meditação de East Bay e é graduado pelo programa Community Dharma Leadership da Spirit Rock. Lev também oferece mindfulness secular e palestras sobre compaixão em ambientes corporativos. Ele credita sua capacidade de alcançar públicos diversos aos anos em que viveu em diversas comunidades em Nova York.  Lev reside no Território Huchiun, a terra do Povo Ohlone.

Fernanda
Kawani (ELA/SHE/ELLA)

Fernanda Kawani custodio, travesti, 32 anos natural de São Caetano do sul e morei em Araraquara por 20 anos. Sou graduada em estética e cosmetologia pela UNIARA, sou atriz atuei por 4 anos na Cia de Teatro “Os Satyros” componho o MONART “movimento nacional de artistas trans” atualmente sou empreendedora: fundei em 2018 a Transludica primeira loja colaborativa de pessoas trans do Brasil, sendo a primeira travesti a participar do Shark Tank Brasil e conseguir o aporte para empresa e em 2021 fundei a Travatruck delivery de comida e Buffets. Enquanto Filantropia realizo o jantar,afeto e música que chegou na 4ª Ed onde matamos a fome de 3 territórios oriundo da Marginalidade, levando alimento, afeto e música.

JAQUELINE
G. de Jesus (ELA/SHE/ELLA)

Professora de Psicologia do Instituto Federal do Rio de Janeiro. Doutora em Psicologia Social e do Trabalho pela Universidade de Brasília, com pós-doutorado pela Escola Superior de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (Rio de Janeiro). Pesquisa, pública e leciona nas áreas de gestão da diversidade e movimentos sociais, com ênfase em identidade, gênero, orientação sexual e raça/etnia. É também investigadora da Rede de Antropologia Dos e Desde os Corpos.

Homem Trans paraibano, artivista, Diretor em Arte e Mídia, poeta marginal, compositor, roteirista, diretor e intérprete do EP Audiovisual Show-Manifesto (Transrevolução).

ETHAN [CHILE]
Sword (ELE/HE/ÉL) [DRAG KING QUEER]

Max Naturali, homem trans mais conhecido no mundo drag e crossdressing como Ethan Sword, é um artista drag chileno, além de designer e diretor de arte como profissão. Com uma grande versatilidade infalível, Ethan Sword se apresentou em palcos chilenos e mexicanos, fazendo performance, burlesco, atuando em videoclipes e intervenções teatrais, desde de 2018 até hoje.

Debora
Gepp (ELA/SHE/ELLA)

Debora é socióloga formada pela Universidade Federal de São Paulo e certificada pela Stanford University no LGBTQ Executive Leadership Program. Possui mais de 8 anos de experiência na gestão de programas de diversidade e inclusão em empresas, é cofundadora da Rede Brasileira de Mulheres LBTQ e líder do Comitê de Mulheres LBTQ+ do Grupo Mulheres do Brasil. Ela é a vencedora do 2020 Out and Equal Awards por seu trabalho na inclusão LGBTQIA+ no local de trabalho e faz parte da coorte de 2022 da Columbia Women’s Leadership Network.

SYMMY
Larrat (ELA/SHE/ELLA)

Milita na área de Direitos Humanos há cerca de 19 anos, no começo atuava na defesa da Democratização das comunicações e hoje atua no ativismo pelos Direitos Humanos LGBT em especial pelo reconhecimento  da Identidade de Gênero de pessoas Trans, está oresidenTRA da ABGLT e coordenadora da Casa Neon Cunha. Foi Conselheira Estadual LGBT no Pará, atuação que levou a trabalhar na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República como Coordenadora-Geral de Promoção dos Direitos LGBT, na sua experiência com gestão pública também foi a Coordenadora do Programa Transcidadania da Prefeitura de São Paulo.

SABAH
(ELA/SHE/ELLA)

DRAG QUEEN – Leonardo que dá vida a Sabah, ou seria o contrário? Sabah é quase o alter ego de Leonardo, educador físico, pós graduado em atividades aquáticas, 27 anos, ativista pelas causas trans há cerca de 5 anos, coordenador centro-oeste do IBRAT. Sabah existe em torno de um ano, debochada é ela mesmo!

Majur
Traytowu (ELA/SHE/ELLA)

Majur Traytowu, 30 anos de idade, mulher trans, indígena boe(-bororo), nascida na aldeia Tadarimana, Terra Indígena Tadarimana, Rondonópolis (MT). Filha de lideranças de sua etnia, a saber, Jurema Adugo Oro e Raimundo Itogoga, grande chefe cultural e de canto, sempre atuou em prol de seu povo, como lhe ensinaram seus pais, seja enquanto exerceu o cargo de Agente Indígena de Saúde, seja como intermediária entre os Boe e os diversos grupos de brancos com os quais se relacionam (agentes públicos, ONGs, pesquisadores), divulgando e promovendo a cultura e os interesses dos seus. Hoje residente em Apido Paru (T. I. Tadarimana), aldeia recentemente (re)aberta por seu pai, é cacica, militando pelos direitos dos povos indígenas e também pelos da comunidade LGBTQIA+.

Neon
Cunha (ELA/SHE/ELLA)

Neon Cunha, diretora de arte, servidora pública em SBC, mulher negra, ameríndia e trans, ativista independente defensora dos direitos humanos que constrói a Marcha das Mulheres Negras de São Paulo. Patrona da Casa Neon Cunha para acolhimento, atendimento psicológico e capacitação profissional à população LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade no ABC Paulista. Primeira pessoa trans a denunciar presencialmente violências de gênero no Brasil à OEA (Organização dos Estados Americanos) e a processar judicialmente o Estado brasileiro para assegurar a legitimidade de gênero e nome sem patologização. Coautora e organizadora de Enfrentamento dos efeitos do racismo, cissexismo e transfobia na saúde mental (Dandara Editora e Amma Psiquê e Negritude).

Francesco
Crisci (ELE/HE/ÉL)

Designer Conversacional (Conversa) de Interfaces de Voz na Iara.digital e Product Designer na Cielo. Formado pela EBAC (Escola Britânica de Artes Criativa), seu foco é principalmente na Experiência do(a/e) Cliente e em Human Centered Design. Colaborou com a Mídia Ninja em suas principais plataformas até agosto de 2021. Francesco participa ativamente em projetos de impacto social nas frentes de ativismo, cultura, diversidade, educação, inclusão e tecnologia.

Arunã
S. Torres (ELE/HE/ÉL)

Arunã Siqueira Torres é trans masculino, com orientação assexual estrito e tem expressão afetiva arromântica, nascido no município de Franco da Rocha, São Paulo.

Trabalha autônomo como micro empreendedor em artesanatos diversos, inclusive produtos inovadores em portabilidade para qualquer pessoa que vivencie o minimalismo inteligente, eficiente no uso das mais variadas situações e para quem gosta de itens multifuncionais ao estilo EDC – tudo inspirado na oficina de suas própria dores de viver da carência a potência de solucionar muitos problemas quotidianos, com tão pouco.

Contribuiu diretamente na primeira pesquisa de doutorado sobre assexualidade no Brasil concluida em 2012 pela Dra. Elisabete Regina de Oliveira, da USP (falecida em janeiro de 2019) e devido seu ativismo junto diversidades que compõe a letra A, a Assexualidade de LGBTQI[A]P+, também participou em duas Conferências na [SSEX BBOX], um mini Documentário, uma participação no Festival PATH e na imprensa com a divulgação dessa diversidade na TAB-UOL,  também contribuiu na fundação do Coletivo AbrACE.

Hoje atua de forma independente, com falas abertas e descontraídas, desde o combate aos preconceitos e desmistificação dessa diversidade e suas afetividades, quanto aos paradigmas da libido e do empoderamento dos estímulos suprasexuais, sem castrar os scripts sexo-normativos ainda imperativos de reflexões na sociedade, em suas orientações voluntárias nas Unidades de Estrégias de Saúde da Familia-SUS, (da qual teve sua primeira experiência laboral como agente comunitário de saúde a partir de 2003) e da qual pode identificar pessoas com as características das vivências assexuais já naquela época, sem a existência da AVEN ou aos termos conceituais correntes de hoje nas sexualidades.

Doutorando em Saúde Coletiva (IFF/FIOCRUZ), mestre em Ciências da Atividade Física (PPGCAF-UNIVERSO), especialista em Gênero e Sexualidade (IMS/UERJ). Possui graduação em Licenciatura Plena e Bacharel em Educação Física (UNSUAM). Atualmente é membro da diretoria da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura – ABETH, pesquisador no ODARA – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura, Identidade e Diversidade (IFRJ/CNPq). Coordenador de Políticas LGBTI+ no projeto Feminismo Negro no Esporte e Coordenador de Articulação Política e Advocacy no projeto Luto do Homem. Parceiro [SSEX BBOX] e [DIVERSITY BBOX]. Um dos organizadores e autor do livro Transmasculinidades Negras – Narrativas plurais em primeira pessoa. Ativista dos Direitos Humanos atuando nas instituições enquanto membro na Liga Transmasculina João W. Nery e do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros – FONATRAN

FANFARRA OBSCÊNICAS
(ELA/SHE/ELLA)

Somos uma fanfarra de rua formada exclusivamente por mulheres, e tocamos músicas que foram compostas por mulheres ou que ficaram famosas pela voz delas. Totalmente acústicas, usamos os instrumentos de sopro e percussão para mostrar que o lugar da mulher é na música e onde ela quiser. Nosso objetivo é ocupar espaços, especialmente os tipicamente masculinos (cisheteropatriarcado), com música de qualidade feita 100% por mulheres. Com um repertório eclético, tocamos de Elza Soares a Gretchen, de Britney Spears a Cyndi Lauper, colocando todo mundo pra cantar e dançar junto. Nosso objetivo é mostrar para as mulheres que temos direito a ocupar os palcos e ruas, com nossos corpos, instrumentos e vozes de crianças a idosas, todas e todes podemos.

ZAILA
(ELA/SHE/ELLA)
[Artista independente, performer e coreógrafa]

Artista independente, mulher trans, performer, professora e coreógrafa de danças urbanas. Iniciou os estudos nas danças urbanas junto com teatro musical em 2008. Nesse ano começou a participar de festivais e competições de dança pelo Brasil e exterior.  Atualmente trabalha com performances que tem como base a quebra de padrões em âmbitos como estética e gênero, Mãe da Casa de Candaces kikihouse pertencente ao capítulo Brasil dentro da Comunidade Ballroom, faz parte da House Of Zion, grupo de performers que desenvolvem a dança Voguing através de intervenções e encontros com a comunidade Ballroom em São Paulo e também em outros estados do Brasil.

Ákira
(ELA/SHE/ELLA)
[Produtora cultural, performer e dançarina]

Produtora cultural, mulher trans, performer e dançarina desde 2009. Atualmente residente em São Paulo, fundadora da House / Grupo Avalanx (A.V.A) em 2017, atualmente existente em SP, CE e MG. É uma das pioneiras da Cultura Ballroom e movimento Vogue no Brasil, também Articuladora Voluntária do Programa IST / AIDs do Município de São Paulo, membro da House / Grupo West de Nova Iorque, Projeto Turmalinas Negras e Assistente de Produção do Coletivo Gurias.

Ariela
Rocha (ELA/SHE/ELLA)
[Performer e dançarina]

Mulher trans, performer e dançarina, começou seus estudos de vogue juntamente com a transição de gênero. Natural de Porto Alegre, reside em São Paulo.

Mascucetas
(ELE/HE/ÉL)
[Performático-musical]

Lui Rodrigues, natural de Belo Horizonte, é ator, compositor e pesquisador de teatro e de gênero. Idealizador de Mascucetas,, um projeto performático-musical, que recria e ilustra narrativas transmasculinas e LGBTI+, a partir do riso subversivo e de estéticas não-normativas. Desde 2018, Lui compõe e produz conteúdos para a página, ora sozinho, ora ao lado de Bruno Banjo, músico multi-instrumentista que o acompanha nessa jornada.

​​Puri
Yaguarete (ELE/HE/ÉL)
[Artista visual, performer e dançarino]

Homem tran, artista visual, performer, ator, palhaço, malabarista, dançarino, Prince da Casa de Candaces (coletiva que movimenta o protagonismo de pessoas trans racializades dentro da comunidade Ballroom) e membro da International Iconic House of Ninja.

VITÓRIA
Araújo (ELA/SHE/ELLA)

Vitória Araujo, mulher trans, começou como desenvolvedora  na Salesforce a 13 anos atrás. Em 2019 atuando como sócia e diretora em uma consultoria relevante de Salesforce, Vitória se assumiu como Trans e foi uma surpresa para todo mundo. Voltando para Salesforce, ajudou muitas pessoas a iniciar na carreira. Tem como objetivo pessoal ajudar pessoas trans a trabalharem com Salesforce e a se posicionarem em empresas que tenham cultura de inclusão e diversidade.